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Relatório mostra que rede 5G pode chegar a ambientes comerciais até 2019

A 5G Americas, associação setorial que envolve os principais atores das tecnologias 5G e LTE, divulgou nesta sexta-feira (18) um relatório que apresenta os avanços mais importantes para tecnologias sem fio em 2017. O principal resultado é a possibilidade de acelerar a entrega da tecnologia para ambientes comerciais. O material foi produzido e desenvolvido pela Rysavy Research, consultoria especializada em análise de tecnologias sem fio. O texto, chamado de LTE para 5G: A Inovação em Tecnologias Celulares e de Banda Larga, inclui descrições e análises sobre as transformações das duas redes. Segundo o relatório, o padrão 5G ainda está na fase inicial de desenvolvimento, mas é possível que em 2019 seja implantada uma versão “não autônoma”. A apresentação explica como está sendo feita a transformação da banda larga móvel e descreve o caminho para se chegar ao 5G. “O futuro da banda larga móvel, que inclui a LTE-Advanced e a 5G, é muito promissor, e suas capacidades não param de crescer”, diz Chris Pearson, presidente da 5G Americas.  Entre os temas apresentados no relatório, estão:

  • Aceleração de pesquisa e desenvolvimento de 5G
  • A definição de 5G Novo Rádio (NR)
  • A LTE como padrão global para a tecnologia celular
  • As grandes vantagens da LTE-Advanced
  • A adoção em massa da Internet das Coisas com as novas capacidades de IoT Celular em 3GPP
  • Maior integração de espectro não licenciado com o espectro celular
  • A importância das frequências em bandas baixas, médias e altas para a 5G
  • Novos modelos de espectro que incluem frequências licenciadas, compartilhadas e não licenciadas
  • O progresso na área de células pequenas
  • A Emergência de Virtualização de Funções de Rede (NFV)
  • A linha do tempo da 3GPP para desenvolvimento de padrões LTE

O relatório explica que a 5G foi projetada para atender vários casos de uso em várias bandas de frequência. “A tecnologia terá um importante impacto sobre a comunicação móvel, a banda larga e a IoT (Internet das Coisas)”, diz Peter Rysavy, autor do texto. Clique aqui e veja.

Canal Tech – 20/08/2017